1. Dando na cozinha…de novo!


    Encontro: 14/02/2020, Categorias: Traição / Corno Autor: kaplan, Fonte: ContoEroticoComBr

    (escrito por Kaplan)
    
    Meg já tinha completado 38 anos, continuava gostosa como sempre e não perdia a mania de trepar na cozinha. Comigo também, ela vivia me arrastando pra lá, apesar de termos outros ambientes na casa até mais confortáveis para o amor. Mas a cozinha continuava sendo a preferida…
    
    E o caso que vou contar hoje é bem interessante, porque envolveu um rapaz de 22 anos, o Ozias, cuja família se mudara para nosso edifício. Como era muito curiosa, assim que soube que tinha gente nova no pedaço, foi fazer um reconhecimento visual.
    
    Bateu lá, levando um bolo. Ela fazia bolos muito gostosos e levou um de boas vindas. Como não sabia quem tinha mudado, foi vestida de forma a não causar qualquer impacto negativo, um vestido, curto, mas comportado. Nada de decotes acentuados.
    
    Pois quem atendeu a porta foi o rapaz. Olhou para ela, admirado. Não era muito comum na vida dele abrir a porta e encontrar uma linda mulher sorrindo e com um prato com um bolo na mão.
    
    Ficou olhando, meio apatetado, e ela tomou a iniciativa de falar.
    
    – Bom dia! Sou a Meg, do 902. Vim trazer um bolo de boas vindas. Foi você quem se mudou pra cá?
    
    – Sim, eu e meus pais. Não quer entrar?
    
    Ela quis, ele pegou o prato com o bolo e levou para a cozinha e ela sentou-se no sofá. Ele voltou, sentou-se também.
    
    – Adoraria conhecer seus pais.
    
    – Mas eles já saíram, sempre saem cedo e só voltam à noite.
    
    – Que pena! Bem, ai está o bolo, diga que eu trouxe para dar as boas vindas e dizer ...
    ... que se precisarem de alguma coisa, podem bater no 902 que eu e meu marido poderemos ajudar no que for preciso! E não coma o bolo todo, por favor, deixe pelo menos a metade para eles!
    
    Ozias riu. A moça era engraçada. E bonita também.
    
    – Pode deixar, não comerei. Obrigado!
    
    À noite, recebemos a visita dos pais e do Ozias. A mãe dele era bem faladeira, quase ninguém falou mais nada, só ela. Não entraram, ficaram na porta.
    
    – Olha, ficamos encantados com sua gentileza. Viemos agradecer pessoalmente e conhecer vocês. É a primeira vez que mudamos para um edifício e recebemos boas vindas de pessoas tão gentis! Agradecemos muito e vamos devorar o bolo daqui a pouco. E não trouxe o prato de volta porque na minha terra, quando o prato vem com alguma coisa, deve retornar com outra coisa. Então vou fazer um presente para vocês hoje à noite e amanhã o Ozias irá trazer. Boa noite!
    
    Foram-se os três. O casal já era mais velho, calculei que ele devia ter uns 60 e ela uns 55, 56, por aí. Muito simpáticos, sem dúvida.
    
    Bem, os leitores e leitoras que conhecem bem a Meg, já sabem que no dia seguinte, à espera do que o Ozias ia trazer, ela já não se preocupou em ficar comportada. Shortinho e camiseta, sem sutiã, que era o que ela usava no dia a dia.
    
    Quando ele chegou, ela levantou o guardanapo que cobria o prato e viu que a mãe havia feito croissants, e ali estavam quatro, dos grandes. Pareciam deliciosos. Não se conteve e beijou o rosto do Ozias, que estremeceu. Sentiu um perfume ...
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